sábado, 31 de janeiro de 2009

A BABEL DA TORRE

A BABEL DA TORRE

Após o êxito de A Loucura do Cristal e em continuação do projeto literário "Milistórias", o livro de contos A BABEL DA TORRE, do escritor Antônio Roque Gobbo, é publicado em 2003.



A escritora e pedagoga Sílvia Maria Teixeira de Aguiar, prefaciando o livro, salientou que "É impossível reportar-se à leitura que Antônio Gobbo faz do mundo, sem relacioná-lo ao bom humor do autor, à sua alegria espontânea, à sua disponibilidade, ao seu amor à vida e ao próximo. É um magnífico pintor dos homens e traz em sua bagagem de existência as aquarelas e os pincéis que a poucas pessoas são oferecidos para o exercício dessa arte maior."



O livro A BABEL DA TORRE compõe-se de 18 contos:

A Babel da Torre
Sob o Signo de Gêmeos
(In) Feliz Natal
A Maldição
João Bandanha
Festa de São Benedito
O Déspota dos Trópicos
Bomba Humana
A Palheta Voadora
O Terror Viaja de Ônibus
O Coroinha
Juca da Pedra
Acidente Rodoviário
O Estilingue
O Menino Sem Pátria
Caixa de Maravilhas
De Oizona ao Arizona
O Que Você Vai Ser Quando Crescer?

O ESPIÃO DE BAGDÁ

Terceiro livro de contos do escritor Antônio Roque Gobbo, publicado em 2003.
"Antônio Gobbo banca o ilusionista, com seus truques, espelhos e luzes, que aprisionam o leitor na teia dos seus vinte contos de "O ESPIÃO DE BAGDÁ", e que o transforma em testemunhos de suas hábeis narrativas. Propositadamente, de "caso pensado" como se diz em Minas, A. R. Gobbo consegue mergulhar o leitor, de corpo inteiro, no seu universo de fantasias-verdades, situadas muito além da realidade que, ao vivo e diariamente, através dos noticiários, invade nossos lares, para se sentar ao nosso lado, nos mesmos sofás, da nossa sala de televisão.
Os contos de A. R. Gobbo são magníficos e variados de temas, de inspiração, de composição de coisas ardentes e ousadas. O escritor não faz nenhuma concessão à facilidade de textos, revelando-se ótimo contista, expressão moderna das letras de Minas Gerais!"
Possam os leitores dos contos de "O ESPIÃO DE BAGDÁ" usufruí-los com o mesmo prazer que eles me proporcionaram."
Fernando Antônio Xavier Brandão
Presidente da Arcádia de Minas Gerais, em 2003/2004, e membro emérito da Academia Itajubense de Letras.

CONTOS PUBLICADOS NESTE LIVRO:

O Espião de Bagdá
Milagre de São Marmelo
Pelos Caminhos da Vida
Mistério na Santa Casa
O Índio Surdo
... E La Nave vá
O Professor Enigmático
Os Meninos do Sudão
A Civilização Perdida
A Festa da Cumeeira
Concurso Público
Sanson e Dalilah
Nunca Prometa Nada
A Aposentadoria do Carteiro Joe
Universos Parelelos
Aventura Hippie
Roda de Histórias
Pinga com Capilé
Um Dia na Vida do Professor Heraldo
A Mala


MINHA DOCE VAMPIRA

MINHA DOCE VAMPIRA, 4° livro do escritor Antônio Gobbo, foi publicado em 2004 pela ANOMELIVROS.

Laura Medioli, escritora e cronista dos jornais “O Tempo” e “Pampulha”, prefaciou o livro, que peculiarmente tem uma mulher como figura central em cada conto.

“Antônio Gobbo, pessoa simples, disponível, dono de uma pluralidade cultural, possui como poucos o dom de contar histórias e nos presenteia com o livro ‘Minha Doce Vampira”, num momento em que os desencontros, as incessantes buscas e a falta de encantamento se fazem tão presentes em nosso dia-a-dia.
Criatividade e originalidade, somadas à simplicidade e diversificação das narrativas, fazem com que o autor, em seus contos, venha despertar no leitor aquela vontade de seguir adiante, envolvendo-se em histórias fantásticas ou reais, atuais ou remotas, com eloqüência e tramas bem definidas e atraentes.
Numa dose exata de palavras, manipuladas com maestria pelo autor, as narrativas se desenvolvem com naturalidade, cujos desfechos surpreendem ou fazem pensar. Os tipos desfilam nas passarelas literárias construídas pelo autor, com passadas bem estudadas, elegantes, estilizadas ou de modos anacrônicos, estranhos e até bizarros.
Personagens comuns, gente como a gente, retratados em contos como “O aniversário de Helena”, “Quase um crime”, dentre outros, vão se alternando a outros não tão comuns, retratados de forma interessante ou surrealista como “A índia imortal". Os contos fazem o diferencial, portando o leitor a cenários e épocas distintas, prendendo-o nesta viagem singular e bem descrita, em que as palavras vão fluindo entremeadas por um fino humor ou pela crua realidade do cotidiano.
Gostoso, envolvente, curioso, “Minha Doce Vampira” é um livro de contos para as horas vagas, para os momentos prazerosos, cujos personagens nos trazem à tona aquela vontade de nos deixar levar, seguindo-os em suas trajetórias, vivências, encantos, desencantos, descobertas, pelo simples fato de também fazermos parte deste contexto e estarmos inseridos no universo literário do autor.

Laura Medioli,
Escritora, autora de “Xangô, o detetive”.
Suas crônicas são publicadas em “O Tempo” – jornal diário - e "Pampulha” – semanário, de Belo Horizonte.

Os seguintes contos compõem o volume de MINHA DOCE VAMPIRA:

A Índia Imortal
O Aniversário de Helena
Gabriela
A escapada fatal
A escolha de Xerezade
Quase um crime
Ano que vem tem mais
Sá Fulgência
Festa de Formatura
A lenda do açaí
O defumador
Queda na cova
Querido diário
A primeira comunhão de Lalá
Minha doce Vampira

COMENTÁRIO DO POETA E VÍDEO-MAKER LUIZ EDMUNDO ALVES

De uma coisa o leitor pode estar certo: Antônio Gobbo sabe narrar urna história. Sabe construir cenários, alinhavar fatos, construir personagens, preparar tramas. Neste livro, onde nos apresenta 15 contos, ele demonstra grande habilidade narrativa e prende o leitor pela imaginação e pela diversidade de temas. Urna prosaica festa de aniversário, onde tudo em princípio parece previsível, ganha poesia. emoção, surpresa. Há o cenário da província, pequenas cidades com seus tipos e versões bizarras da própria história. E hotéis de luxo onde mulheres descontentes dão escapadas fatais. Mas há outros cenários estranhos, como o que envolve o Castelo de Herr Joseph Mizildorf, na província de Estíria, uma terra solitária e primitiva, ao sul de Viena, no Império austro-húngaro. Neste cenário sombrio desenrola-se o conto que dá título ao livro: Minha Doce Vampira. Um conto onde o autor desenvolve toda a sua técnica narrativa, descreve ambientes, apresenta personagens e os coloca frente às forças incontornáveis do destino. Aqui há um clima trazido dos livros e Drácula, mistério, enigmas, investigações. A narrativa é segura, instiga, toma o leitor pela mão, incutindo curiosidade com relação aos mistérios da Doce Vampira, às investigações do jovem Dr. Albert e do Padre Helrnuth.
Outra qualidade do contista Antônio Gobbo é que suas histórias são muito comunicativas, instantaneamente estabelecem uma empatia com quem as lê. E isso acontece tanto pela força dos fatos e das personagens, como pela força da linguagem elegante, permeada por um humor lírico, melancólico, corrosivo, como em “Gabriela” e em “Ano que vem tem mais”. Outros contos sustentam-se principalmente pela poesia despretensiosa da narrativa. Não ocorrem grandes fatos, é apenas o cotidiano se desenrolando com lirismo, isso acontece em “O aniversário de Helena” e “Querido Diário”. Uma frase puxa outra e vamos entrando, entrando, tomados pelo prazer de uma boa leitura.
Nesse meio tempo recebemos belas imagens e poesia.
Alguns personagens parecem saídos de nossa infância, ou da vizinhança. Mas suas histórias são outras. Outras, porque brotam encorpadas e surpreendentes pelas mãos de Antônio Gobbo, ficcionista atento às emoções, aos mistérios e às delícias da existência.

O FANTASMA DOS MARES




O FANTASMA DOS MARES – Edição 5 da Coleção Milistórias.


Neste novo livro, Antônio Gobbo, dividiu os contos em 4 categorias: Contos Fantásticos, Contos Ingênuos, Contos Verdadeiros e Contos Policiais.

Contos Fantásticos
O Fantasma dos Mares
A Batalha do Monte Tabor
Anjo da Praia
Cheiro de Morte
O Caçador de Macacos
Dançarino na Avenida
Pacto Entre Canibais

Contos Ingênuos
A Missa do Primo Benício
Três Cortes de Casimira
O Sabonete do Zorro
A Visita do Monsenhor
13° Aniversário
Tarzan e as Mamonas

Contos Verdadeiros

A Árvore da Mentira
Cachorro Bandido
Procissão de São Benedito
A História de Lotário

Contos Policiais
O Delegado Coerente
Mulher de Soldado
O Delegado Especial
Plano Mirabolanbte
Pega, Ladrão!

Em julho de 2005, o escritor Antônio Roque Gobbo foi entrevistado pelo jornalista Renato Soares e a entrevista foi publicada no jornal Estado de Minas, no dia 16 de agosto de 2005.

DEPOIS DE APOSENTADO, A MAIOR AVENTURA DA VIDA: LEVAR A SÉRIO A FASCINAÇÃO PELA LEITURA.

Ele acordou às 4h e viu amanhecer o dia 34 de dezembro em 1999. O problema não foi uma insônia ou pesadelo. Naquela véspera de Natal, um repente de criatividade fez o aposentado Antônio gobbo sair da cama e ir para a frente do computador. Em menos de seis horas, escreveu três contos infantis, tipo de texto que nunca tinha feito. Falou sobre estrela de Belém, burrinhos e Natal. Descobriu que a inquietude das idéias e a necessidade de coloca-las no papel foram sintomas de uma arte congênita: escrever.
São mais de sete anos escrevendo e aumentando a Coleção Milistórias, nome que surgiu da expectativa de chegar aos mil contos. Após se aposentar como bancário, em 1981, Gobbo já se tinha dedicado à pintura e à coleção de mais de 5 mil gibis e histórias em quadrinhos. Mais tarde, ele levou o acervo para fora de casa e construiu uma biblioteca para consulta pública, no bairro Prado, região Oeste de Belo Horizonte, onde mora. Depois de cinco anos, doou os livros para a Biblioteca Pública Infanto-Juvenil de Belo Horizonte.
A partir daí, não parou de escrever. É um prazer diário. há seis anos, o escritor formou um grupo de amigos leitores que contribuem para a publicação dos contos. Atualmente, são 1.340 parceiros de uma paixão que se revelou bem cedo na vida de Gobbo. Desde pequeno, freqüentar bibliotecas era um programa comum. Na escola, ele participava do Clube de Leitura Monteiro Lobato, que discutia os livros do autor brasileiro e fazia declamações de poesias. “Monteiro Lobato entrou na minha cabeça e não deixou nunca mais”, diz.
Gobbo acredita que todo bom escritor precisa ser um bom leitor. “Quando se lê, chega-se aos bons autores. E aprende-se com eles”, justifica. A primeira obra que o escritor leu, Aventuras do Aviãozinho Vermelho, de Érico Veríssimo, foi uma viagem a um mundo fantástico. “Um avião vai à Lua em 1945”, lembra.
Amigo íntimo da língua portuguesa, dos livros, das palavras, Gobbo acredita que a obrigatoriedade da leitura prejudica a formação literária dos estudantes de hoje. Ele diz que é o que acontece, por exemplo, na época do vestibular. “A obrigação tira o prazer. Tenho uma neta com sete livros para ler”, afirma.
Um dos motivos que o escritor aponta para a falta de leitura, são as distrações que os adolescentes têm. Como a Internet. Para ele, os professores precisam ensinar o jovem a misturar a leitura com o computador. “A Internet não atrapalha. A conversa em chats, com o uso da linguagem telegráfica, não interfere no meio acadêmico. Tudo tem sua hora”, diz.
De acordo com Gobbo, o uso do estrangeirismo é uma evolução da língua. “Chegamos ao português pelo latim. O uso consagra a língua. Por isso, as trocas não são atentados. São evoluções”, explica. Mas o escritor alerta que é preciso ter cuidado ao incorporar palavras e expressões de outra língua ao português, para que somente o necessário seja usado.

LEGADO NUCLEAR



LEGADO NUCLEAR, sexto livro da Coleção Milistórias, de Antônio Gobbo, foi publicado em 2006.
Sobre o autor, Rogério Salgado, escritor e jornalista, escreveu o seguinte:
“Dono de uma linguagem moderna, mas ao mesmo tempo simples, dessas que apesar de ter qualidade literária de sobra, não rebusca muito o texto na busca de enfeitá-lo e comumente dizemos “encher lingüiça” para o leitor. Seus contos são de fácil entendimento e por serem muito bem estruturados, fazem com que nos interessemos em chegar ao seu final.”

Foram publicados os seguintes contos nas 118 páginas do livro:
O Prazer de Escrever (Prefácio do autor)
Legado Nuclear
Sob Velhas Parreiras
Dias de Desespero

O Povo das Nuvens
O Mistério do Rio Tracaju
Prudência, Volte!
O Defunto Embirrado
Prosa de Pescadores
O Gênio e a Lâmpada
Catecismos Proibidos
A Mentira Tem Pernas Curtas
E Se Bush Morresse Amanhã?
A Menina do Palacete Amarelo
Cão Perdido Sem Coleira
Zé da Motoca e os Leões
Onça de Caboclo
Os Velhinhos do Hotel Granada
Incidentes em Grumari
Seu Abóbora
Desafio Político
A Taça do Mundo é Nossa
A Gaivota




INIMIGOS NÃO MANDAM FLORES



INIMIGOS NÃO MANDAM FLORES é o sétimo livro de contos publicado pelo escritor Antônio Roque Gobbo – que assinou apenas Antônio Gobbo - em 2007. Com 118 páginas, o livro contém uma seleção de contos da vida urbana, que se misturam com o bucolismo de causos do interior e narrativas históricas ou mitológicas. Tudo ao estilo do autor que afirma escrever contos “de pés no chão e a caminho da roca.”

Fazem parte do livro, os seguintes contos:
Inimigos Não Mandam Flores
As Primas da Rainha
O Quarto de Bronze
Cabelos de Mel
Calor Senegalesco
Briga de Rua
Zico Valentão e Dona Nhaca
O Fantasma do Jardim Novo
Como Não Dormir Com a Mulher do Chefe
A Última Profecia
A Repórter Policial
O Fardo da Liberdade
O Último Festival de Cachaça
Gravidez Genérica
Continua na Próxima Semana
O Morto Que Tossiu
“Consertei a Cama”
Quando o Ouro Vira Cinza
Apagão na Noite de Núpcias
Com a Navalha no Pescoço
Notas Póstumas de Ana Ariel